Campinas troca lixeiras de plástico por estruturas de concreto três vezes mais caras para reduzir vandalismo

De acordo com a Prefeitura, cerca de 150 lixeiras são vandalizadas mensalmente, o que gera um prejuízo de R$ 30 mil. Campinas troca lixeiras de plástico para concreto para reduzir depredação A Prefeitura de Campinas (SP) está substituindo as lixeiras de plástico do centro da cidade para tentar reduzir os casos de vandalismo. As estruturas serão trocadas por outras feitas em concreto, que são mais pesadas e ficam fixadas no chão. De acordo com a administração municipal, as novas lixeiras custam cerca de três vezes mais, mas devem minimizar o prejuízo. Atualmente, 150 lixeiras são depredadas por mês, o que gera um prejuízo de R$ 30 mil. ???? Participe do canal do g1 Campinas no WhatsApp Ainda segundo a Prefeitura, as atuais são alvos constantes de pessoas que as furtam para vender o plástico e outros materiais usados no equipamento. Com as novas, isso não deve acontecer, pois não há comércio no material usado. Na Avenida Francisco Glicério, perto da Catedral Metropolitana, quase todas já foram substituídas. Em toda a região central, são cerca de 80. VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e Região Veja mais notícias sobre a região na página do g1 Campinas.

Campinas troca lixeiras de plástico por estruturas de concreto três vezes mais caras para reduzir vandalismo
De acordo com a Prefeitura, cerca de 150 lixeiras são vandalizadas mensalmente, o que gera um prejuízo de R$ 30 mil. Campinas troca lixeiras de plástico para concreto para reduzir depredação A Prefeitura de Campinas (SP) está substituindo as lixeiras de plástico do centro da cidade para tentar reduzir os casos de vandalismo. As estruturas serão trocadas por outras feitas em concreto, que são mais pesadas e ficam fixadas no chão. De acordo com a administração municipal, as novas lixeiras custam cerca de três vezes mais, mas devem minimizar o prejuízo. Atualmente, 150 lixeiras são depredadas por mês, o que gera um prejuízo de R$ 30 mil. ???? Participe do canal do g1 Campinas no WhatsApp Ainda segundo a Prefeitura, as atuais são alvos constantes de pessoas que as furtam para vender o plástico e outros materiais usados no equipamento. Com as novas, isso não deve acontecer, pois não há comércio no material usado. Na Avenida Francisco Glicério, perto da Catedral Metropolitana, quase todas já foram substituídas. Em toda a região central, são cerca de 80. VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e Região Veja mais notícias sobre a região na página do g1 Campinas.