Chacina no DF: Justiça vai ouvir, na próxima semana, testemunhas sobre morte de 10 pessoas da mesma família em Planaltina
Audiência está marcada para dias 21 e 22 de junho e deve decidir também se acusados vão a júri popular. Cinco adultos estão presos e um adolescente foi apreendido pelo crime. Gif - Chacina em Família no Distrito Federal Arte/G1 A Justiça do Distrito Federal marcou audiência para ouvir as testemunhas do caso em que dez pessoas da mesma família foram assassinadas em Planaltina, em janeiro passado. A sessão está marcada para os dias 21 e 22 de junho, ocasião em que o juiz vai decidir também se os acusados vão a júri popular. A família da cabeleireira Elizamar Silva, de 39 anos, incluindo três crianças, foram mortos. Cinco adultos estão presos e um adolescente foi apreendido pelo crime. Segundo a investigação, a posse de terras foi a motivação da chacina. No terreno que teria originado a disputa moravam Marcos Antônio Lopes de Oliveira, Renata Juliene Belchior e Gabriela Belchior. Eles eram sogro, sogra e cunhada da cabeleireira, respectivamente. Dois suspeitos do crime, Gideon Batista de Menezes e Horácio Carlos Ferreira Barbosa, também moravam no local, a convite do sogro de Elizamar, segundo a Polícia Civil. Além de Gideon e Horácio, pelo menos outras quatro pessoas tiveram envolvimento no crime, segundo o delegado Ricardo Viana, da 6ª Delegacia de Polícia, no Paranoá: Fabrício Silva Canhedo, Carlomam dos Santos Nogueira, Carlos Henrique Alves da Silva e um adolescente. A investigação Momento em que polícia encontrou mais 3 corpos TV Globo As investigações sobre o caso começaram com o desaparecimento da cabeleireira Elizamar e dos três filhos pequenos, no dia 12 de janeiro. Os corpos das vítimas foram encontrados carbonizados no carro da cabeleireira, em Cristalina (GO). Nos dias seguintes, a polícia encontrou um outro carro carbonizado com dois corpos, em Unaí (MG), e registrou o desaparecimento de outras seis pessoas. Todas foram encontradas mortas, sendo que os últimos três corpos foram localizados no dia 24. As vítimas do crime são: Elizamar Silva, de 39 anos: cabeleireira; Thiago Gabriel Belchior, de 30 anos: marido de Elizamar Silva; Rafael da Silva, de 6 anos: filho de Elizamar e Thiago; Rafaela da Silva, de 6 anos: filha de Elizamar e Thiago; Gabriel da Silva, de 7 anos: filho de Elizamar e Thiago; Marcos Antônio Lopes de Oliveira, de 54 anos: pai de Thiago e sogro de Elizamar; Renata Juliene Belchior, de 52 anos: mãe de Thiago e sogra de Elizamar; Gabriela Belchior, de 25 anos: irmã de Thiago e cunhada de Elizamar; Cláudia Regina Marques de Oliveira, de 54 anos: ex-mulher de Marcos Antônio; Ana Beatriz Marques de Oliveira, de 19 anos: filha de Cláudia e Marcos Antônio. LEIA TAMBÉM: CHACINA NO DF: Quem é quem no caso da família com 10 mortos LINHA DO TEMPO: Como ocorreram os assassinatos da família da cabeleireira Elizamar da Silva Dinâmica do crime Chacina no DF: sepultamento Thiago Gabriel Belchior e Marcos Antônio Lopes de Oliveira Reprodução/TV Globo As investigações apontam que o crime começou em 28 de dezembro do ano passado, quando Marcos Antônio, Renata e Gabriela foram rendidos por Carlomam e o adolescente. A família foi levada para um cativeiro, em Planaltina. Marcos acabou sendo baleado e morto. Além da chácara, o grupo queria R$ 200 mil obtidos por Cláudia Regina com a venda de uma casa. Por este motivo, no início de janeiro, os criminosos também sequestraram Cláudia e Ana Beatriz, que foram levadas até o cativeiro de Planaltina. Por fim, o grupo atraiu Thiago, a esposa Elizamar e os três filhos do casal. Todos foram mortos em diferentes momentos ao longo dos dias em que ficaram sob ameaça dos criminosos. Enquanto estavam no cativeiro, os membros da família foram obrigados a passar dados pessoais sobre contas bancárias e cartões de crédito para os criminosos, segundo os investigadores. De acordo com a polícia, Gideon Batista de Menezes, Horácio Carlos Ferreira Barbosa e Carlomam dos Santos Nogueira eram os principais articuladores dos crimes. Já Fabrício Silva Canhedo era responsável por cuidar das vítimas que ficavam no cativeiro. A polícia afirma que o quinto suspeito, Carlos Henrique Alves da Silva, conhecido como Galego, participou do sequestro e da morte de Thiago. Já o adolescente envolvido foi chamado para participar da primeira parte do crime, quando Marcos Antônio foi morto e Renata e Gabriela foram sequestradas. Ele teria desistido de continuar no esquema por causa da crueldade do crime, segundo o delegado Ricardo Viana. Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.


Audiência está marcada para dias 21 e 22 de junho e deve decidir também se acusados vão a júri popular. Cinco adultos estão presos e um adolescente foi apreendido pelo crime. Gif - Chacina em Família no Distrito Federal Arte/G1 A Justiça do Distrito Federal marcou audiência para ouvir as testemunhas do caso em que dez pessoas da mesma família foram assassinadas em Planaltina, em janeiro passado. A sessão está marcada para os dias 21 e 22 de junho, ocasião em que o juiz vai decidir também se os acusados vão a júri popular. A família da cabeleireira Elizamar Silva, de 39 anos, incluindo três crianças, foram mortos. Cinco adultos estão presos e um adolescente foi apreendido pelo crime. Segundo a investigação, a posse de terras foi a motivação da chacina. No terreno que teria originado a disputa moravam Marcos Antônio Lopes de Oliveira, Renata Juliene Belchior e Gabriela Belchior. Eles eram sogro, sogra e cunhada da cabeleireira, respectivamente. Dois suspeitos do crime, Gideon Batista de Menezes e Horácio Carlos Ferreira Barbosa, também moravam no local, a convite do sogro de Elizamar, segundo a Polícia Civil. Além de Gideon e Horácio, pelo menos outras quatro pessoas tiveram envolvimento no crime, segundo o delegado Ricardo Viana, da 6ª Delegacia de Polícia, no Paranoá: Fabrício Silva Canhedo, Carlomam dos Santos Nogueira, Carlos Henrique Alves da Silva e um adolescente. A investigação Momento em que polícia encontrou mais 3 corpos TV Globo As investigações sobre o caso começaram com o desaparecimento da cabeleireira Elizamar e dos três filhos pequenos, no dia 12 de janeiro. Os corpos das vítimas foram encontrados carbonizados no carro da cabeleireira, em Cristalina (GO). Nos dias seguintes, a polícia encontrou um outro carro carbonizado com dois corpos, em Unaí (MG), e registrou o desaparecimento de outras seis pessoas. Todas foram encontradas mortas, sendo que os últimos três corpos foram localizados no dia 24. As vítimas do crime são: Elizamar Silva, de 39 anos: cabeleireira; Thiago Gabriel Belchior, de 30 anos: marido de Elizamar Silva; Rafael da Silva, de 6 anos: filho de Elizamar e Thiago; Rafaela da Silva, de 6 anos: filha de Elizamar e Thiago; Gabriel da Silva, de 7 anos: filho de Elizamar e Thiago; Marcos Antônio Lopes de Oliveira, de 54 anos: pai de Thiago e sogro de Elizamar; Renata Juliene Belchior, de 52 anos: mãe de Thiago e sogra de Elizamar; Gabriela Belchior, de 25 anos: irmã de Thiago e cunhada de Elizamar; Cláudia Regina Marques de Oliveira, de 54 anos: ex-mulher de Marcos Antônio; Ana Beatriz Marques de Oliveira, de 19 anos: filha de Cláudia e Marcos Antônio. LEIA TAMBÉM: CHACINA NO DF: Quem é quem no caso da família com 10 mortos LINHA DO TEMPO: Como ocorreram os assassinatos da família da cabeleireira Elizamar da Silva Dinâmica do crime Chacina no DF: sepultamento Thiago Gabriel Belchior e Marcos Antônio Lopes de Oliveira Reprodução/TV Globo As investigações apontam que o crime começou em 28 de dezembro do ano passado, quando Marcos Antônio, Renata e Gabriela foram rendidos por Carlomam e o adolescente. A família foi levada para um cativeiro, em Planaltina. Marcos acabou sendo baleado e morto. Além da chácara, o grupo queria R$ 200 mil obtidos por Cláudia Regina com a venda de uma casa. Por este motivo, no início de janeiro, os criminosos também sequestraram Cláudia e Ana Beatriz, que foram levadas até o cativeiro de Planaltina. Por fim, o grupo atraiu Thiago, a esposa Elizamar e os três filhos do casal. Todos foram mortos em diferentes momentos ao longo dos dias em que ficaram sob ameaça dos criminosos. Enquanto estavam no cativeiro, os membros da família foram obrigados a passar dados pessoais sobre contas bancárias e cartões de crédito para os criminosos, segundo os investigadores. De acordo com a polícia, Gideon Batista de Menezes, Horácio Carlos Ferreira Barbosa e Carlomam dos Santos Nogueira eram os principais articuladores dos crimes. Já Fabrício Silva Canhedo era responsável por cuidar das vítimas que ficavam no cativeiro. A polícia afirma que o quinto suspeito, Carlos Henrique Alves da Silva, conhecido como Galego, participou do sequestro e da morte de Thiago. Já o adolescente envolvido foi chamado para participar da primeira parte do crime, quando Marcos Antônio foi morto e Renata e Gabriela foram sequestradas. Ele teria desistido de continuar no esquema por causa da crueldade do crime, segundo o delegado Ricardo Viana. Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.